Cheguei ao aeroporto de Copenhaga e lá estava a minha nova amiga do couchsurfing. Após as primeiras formalidades começamos logo a falar de coisas práticas como ir ao supermercado comprar a comida necessária para os próximos dias. A casa era pequena, minimalista e muito agradável. Tínhamos o hall de entrada, à direita tinha um quarto e a cozinha, à esquerda outro quarto e a sala e em frente uma casa-de-banho minúscula. A casa de banho era toda de madeira forrada a papel, o chuveiro estava pendurado quase em cima da sanita e não tinha propriamente um poliban. Quando fosse tomar banho, o combinado era que tirasse para fora um armário com rodinhas antes e que secasse completamente os 2m2 de casa-de-banho após o banho pois se ficasse molhado, como era de madeira, podia apodrecer. Achei um pouco estranho todo aquele ritual diário, mas pelo que soube, é prática comum entre os dinamarqueses.
Tive direito ao meu próprio quarto e as minhas próprias chaves para que pudesse ter total liberdade. A dona da casa era uma recente avó muito simpática que se tinha divorciado há pouco tempo e está agora a recuperar o tempo perdido. Está reformada por invalidez e a vida dela altera entre cuidar dos netos e passar grandes temporadas em países que ela considera exóticos ficando em geral em casas de famílias que a acolhem. A filha dela esteve a viver em Portugal e dedicava-se ao embelezamento de cães de competição - divorciou-se e voltou para a Dinamarca!
Copenhaga foi para mim uma surpresa. Adorei! Uma cidade bem tranquila e ecológica onde nos conseguimos aperceber que os habitantes têm muita qualidade de vida. A sereia é mesmo muito pequena e sem piada, não percebo o porquê de ser uma grande atração turística, menos mal que por perto tem um jardim agradável e pelo menos o caminho até à sereia é prazenteiro.
No meio da cidade existe um parque de diversões para crianças e adultos, o Tivoli, não cheguei a lá ir, mas adorei a ideia e parecia bem giro visto de fora.
Crisitiania é um bairro completamente alternativo. Ir lá é como ir ao mercado, mas em vez de frutas e legumes, o que se encontra é vários tipos de drogas e seus acessórios. As ruas estão maioritariamente grafitadas e o ambiente é quase festivaleiro. Não sei se for por sorte ou azar, mas não me deparei com muitos turistas por lá.
Durante a minha estadia choveu algumas horinhas e numa altura em que se estava a tornar desagradável passear à chuva decidi entrar numa biblioteca. Passados, não mais que 15min comecei-me a aperceber que havia uma movimentação anormal para uma biblioteca... ora então não é que a estavam a comemorar o centenário da biblioteca e tive direito a discurso, bebida e bolinhos? eheh! Que boa pausa da chuva!
A meu ver, o hábito de andar de bicicleta e as condições para tal, são melhores que em Amesterdão. Vê-se crianças de 6 anos a ir de bicicleta para a escola. Toda a gente respeita os sinais de transito (os peões só atravessam quando está verde, mesmo que não se aviste nenhum carro) e existe ciclovias em todo o lado. Excelente para manter a condição física. Não sei se por isso, ou se pelas mulheres serem muito altas, mas a maioria não usa salto alto, dominam por lá os ténis, sabrinas e sapatos rasos. Muito estranho!!!
Na ultima tarde que lá passei conheci um chileno, o Fabian, que estava na Europa para visitar as irmãs que vivem nas Canárias. Soube bem ter companhia, fomos a um bar no meio da cidade e depois ainda fomos dar uma volta pela cidade à noite.
Copenhaga, foi a cidade que mais gostei da Escandinávia.


Copenhaga foi para mim uma surpresa. Adorei! Uma cidade bem tranquila e ecológica onde nos conseguimos aperceber que os habitantes têm muita qualidade de vida. A sereia é mesmo muito pequena e sem piada, não percebo o porquê de ser uma grande atração turística, menos mal que por perto tem um jardim agradável e pelo menos o caminho até à sereia é prazenteiro.
No meio da cidade existe um parque de diversões para crianças e adultos, o Tivoli, não cheguei a lá ir, mas adorei a ideia e parecia bem giro visto de fora.
A meu ver, o hábito de andar de bicicleta e as condições para tal, são melhores que em Amesterdão. Vê-se crianças de 6 anos a ir de bicicleta para a escola. Toda a gente respeita os sinais de transito (os peões só atravessam quando está verde, mesmo que não se aviste nenhum carro) e existe ciclovias em todo o lado. Excelente para manter a condição física. Não sei se por isso, ou se pelas mulheres serem muito altas, mas a maioria não usa salto alto, dominam por lá os ténis, sabrinas e sapatos rasos. Muito estranho!!!
Na ultima tarde que lá passei conheci um chileno, o Fabian, que estava na Europa para visitar as irmãs que vivem nas Canárias. Soube bem ter companhia, fomos a um bar no meio da cidade e depois ainda fomos dar uma volta pela cidade à noite.
Copenhaga, foi a cidade que mais gostei da Escandinávia.
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